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Saul

265 versículos · 11 familiares

Versículos que mencionam Saul

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  1. Perguntou-lhe ele: Como é a sua figura? E disse ela: Vem subindo um ancião, e está envolto numa capa. Entendendo Saul que era Samuel, inclinou-se com o rosto em terra, e lhe fez reverência.

  2. Samuel disse a Saul: Por que me inquietaste, fazendo-me subir? Então disse Saul: Estou muito angustiado, porque os filisteus guerreiam contra mim, e Deus se tem desviado de mim, e já não me responde, nem por intermédio dos profetas nem por sonhos; por isso te chamei, para que me faças saber o que hei de fazer.

  3. Imediatamente Saul caiu estendido por terra, tomado de grande medo por causa das palavras de Samuel; e não houve força nele, porque nada havia comido todo aquele dia e toda aquela noite.

  4. Então a mulher se aproximou de Saul e, vendo que estava tão perturbado, disse-lhe: Eis que a tua serva deu ouvidos à tua voz; pus a minha vida na minha mão, dando ouvidos às palavras que disseste.

  5. Então pôs tudo diante de Saul e de seus servos; e eles comeram. Depois levantaram-se e partiram naquela mesma noite.

  6. Perguntaram os chefes dos filisteus: que fazem aqui estes hebreus? Respondeu Aquis aos chefes dos filisteus: Não é este David, o servo de Saul, rei de Israel, que tem estado comigo alguns dias ou anos? e nenhuma culpa tenho achado nele desde o dia em que se revoltou, até o dia de hoje.

  7. Este não é aquele David, a respeito de quem cantavam nas danças: Saul feriu os seus milhares, mas David os seus dez milhares?

  8. E os filisteus apertaram com Saul e seus filhos, e mataram a Jónatas, a Aminadab e a Melquichua, filhos de Saul.

  9. A peleja se agravou contra Saul, e os flecheiros o alcançaram, e o feriram gravemente.

  10. Pelo que disse Saul ao seu escudeiro: Arranca a tua espada, e atravessa-me com ela, para que porventura não venham esses incircuncisos, e me atravessem e escarneçam de mim. Mas o seu escudeiro não quis, porque temia muito. Então Saul tomou a espada, e se lançou sobre ela.

  11. Vendo, pois, e seu escudeiro que Saul já era morto, também ele se lançou sobre a sua espada, e morreu com ele.

  12. Assim morreram juntamente naquele dia Saul, seus três filhos, e seu escudeiro, e todos os seus homens.

  13. Quando os israelitas que estavam no outro lado do vale e os que estavam além de Jordão viram que os homens de Israel tinham fugido, e que Saul e seus filhos estavam mortos, abandonaram as suas cidades e fugiram; e vieram os filisteus e habitaram nelas.

  14. No dia seguinte, quando os filisteus vieram para despojar os mortos, acharam Saul e seus três filhos estirados no monte Guilboa.

  15. Quando os moradores de Jabés de Guilead ouviram isso a respeito de Saul, isto é, o que os filisteus lhe tinham feito,

  16. todos os homens valorosos se levantaram e, caminhando a noite toda, tiraram e corpo de Saul e os corpos de seus filhos do muro de Bet-Chan; e voltando a Jabés, ali os queimaram.

  17. ¶ Depois da morte de Saul, tendo David voltado da derrota dos amalecitas e estando há dois dias em Ziclague,

  18. ao terceiro dia veio um homem do arraial de Saul, com as vestes rasgadas e a cabeça coberta de terra; e, chegando ele a David, prostrou-se em terra e lhe fez reverência.

  19. David ainda lhe indagou: Como foi lá isso? Diz-mo. Ao que ele lhe respondeu: O povo fugiu da batalha, e muitos do povo caíram, e morreram; também Saul e Jónatas, seu filho, foram mortos.

  20. Perguntou David ao mancebo que lhe trazia as novas: Como sabes que Saul e Jónatas, seu filho, são mortos?

  21. Então disse o mancebo que lhe dava a notícia: Achava-me por acaso no monte Guilboa, e eis que Saul se encostava sobre a sua lança; os carros e os cavaleiros apertavam com ele.

  22. e prantearam, e choraram, e jejuaram até a tarde por Saul, e por Jónatas, seu filho, e pelo povo do Senhor, e pela casa de Israel, porque tinham caída à espada.

  23. Lamentou David a Saul e a Jónatas, seu filho, com esta lamentação,

  24. Vós, montes de Guilboa, nem orvalho, nem chuva caia sobre, vós, ó campos de morte; pois ali desprezivelmente foi arrojado o escudo dos valorosos, o escudo de Saul, ungido com óleo.

  25. Do sangue dos feridos, da gordura dos valorosos, nunca recuou o arco de Jónatas, nem voltou vazia a espada de Saul.