Skip to content

Versículos bíblicos sobre Talent

38 versículos · 4 aspectos

Versículos principais

Filtrar por livro
  1. A prata dos arrolados da congregação montou em cem talentos e mil setecentos setenta e cinco siclos, conforme o siclo do santuário;

  2. um beca para cada cabeça, isto é, meio siclo, conforme o siclo do santuário, de todo aquele que passava para os arrolados, da idade de vinte anos e acima, que foram seiscentos e três mil quinhentos e cinquenta.

  3. Hiram enviara ao rei cento e vinte talentos de ouro.

  4. os quais foram a Ofir, e tomaram de lá quatrocentos e vinte talentos de ouro, que trouxeram ao rei Salomão.

  5. E deu ela ao rei cento e vinte talentos de ouro, especiarias em grande quantidade e pedras preciosas; nunca mais apareceu tamanha abundância de especiarias como a que a rainha de Sabá deu ao rei Salomão.

  6. Ora, o peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro,

  7. Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete?

  8. Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete.

  9. Por isso o reino dos céus é comparado a um rei que quis tomar contas a seus servos;

  10. e, tendo começado a tomá-las, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos;

  11. mas não tendo ele com que pagar, ordenou seu senhor que fossem vendidos, ele, sua mulher, seus filhos, e tudo o que tinha, e que se pagasse a dívida.

  12. Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, tem paciência comigo, que tudo te pagarei.

  13. O senhor daquele servo, pois, movido de compaixão, soltou-o, e perdoou-lhe a dívida.

  14. Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem denários; e, segurando-o, o sufocava, dizendo: Paga o que me deves.

  15. Então o seu companheiro, caindo-lhe aos pés, rogava-lhe, dizendo: Tem paciência comigo, que te pagarei.

  16. Ele, porém, não quis; antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.

  17. Vendo, pois, os seus conservos o que acontecera, contristaram-se grandemente, e foram revelar tudo isso ao seu senhor.

  18. Então o seu senhor, chamando-o á sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste;

  19. não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, assim como eu tive compaixão de ti?

  20. E, indignado, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia.

  21. Assim vos fará meu Pai celestial, se de coração não perdoardes, cada um a seu irmão.

  22. Porque é assim como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes entregou os seus bens:

  23. a um deu cinco talentos, a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade; e seguiu viagem.

  24. O que recebera cinco talentos foi imediatamente negociar com eles, e ganhou outros cinco;

  25. da mesma sorte, o que recebera dois ganhou outros dois;