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Versículos bíblicos sobre Ships

79 versículos · 53 aspectos

Versículos principais

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  1. Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Responderam-lhe: Nós também vamos contigo. Saíram e entraram no barco; e naquela noite nada apanharam.

  2. Mas ao romper da manhã, Jesus se apresentou na praia; todavia os discípulos não sabiam que era ele.

  3. Disse-lhes, pois, Jesus: Filhos, não tendes nada que comer? Responderam-lhe: Não.

  4. Disse-lhes ele: Lançai a rede à direita do barco, e achareis. Lançaram-na, pois, e já não a podiam puxar por causa da grande quantidade de peixes.

  5. Então aquele discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: Senhor. Quando, pois, Simão Pedro ouviu que era o Senhor, cingiu-se com a túnica, porque estava despido, e lançou-se ao mar;

  6. mas os outros discípulos vieram no barquinho, puxando a rede com os peixes, porque não estavam distantes da terra senão cerca de duzentos côvados.

  7. E, embarcando em um navio de Adramítio, que estava prestes a navegar em demanda dos portos pela costa da Ásia, fizemo-nos ao mar, estando connosco Aristarco, macedónio de Tessalónica.

  8. No dia seguinte chegamos a Sídon, e Júlio, tratando Paulo com bondade, permitiu-lhe ir ver os amigos e receber deles os cuidados necessários.

  9. Partindo dali, fomos navegando a sotavento de Chipre, porque os ventos eram contrários.

  10. Tendo atravessado o mar ao longo da Cilícia e Panfília, chegamos a Mirra, na Lícia.

  11. Ali o centurião achou um navio de Alexandria que navegava para a Itália, e nos fez embarcar nele.

  12. Navegando vagarosamente por muitos dias, e havendo chegado com dificuldade defronte de Cnido, não nos permitindo o vento ir mais adiante, navegamos a sotavento de Creta, à altura de Salmona;

  13. Mas o centurião dava mais crédito ao piloto e ao dono do navio do que às coisas que Paulo dizia.

  14. o qual recolheram, usando então os meios disponíveis para cingir o navio; e, temendo que fossem lançados na Sirte, arriaram os aparelhos e se deixavam levar.

  15. E ao terceiro dia, com as próprias mãos lançaram os aparelhos do navio.

  16. Não aparecendo por muitos dia nem sol nem estrelas, e sendo nós ainda batidos por grande tempestade, fugiu-nos afinal toda a esperança de sermos salvos.

  17. e lançando a sonda, acharam vinte braças; passando um pouco mais adiante, e tornando a lançar a sonda, acharam quinze braças.

  18. Ora, temendo irmos dar em rochedos, lançaram da popa quatro âncoras, e esperaram ansiosos que amanhecesse.

  19. Procurando, entrementes, os marinheiros fugir do navio, e tendo arriado o batel ao mar sob pretexto de irem lançar âncoras pela proa,

  20. Então os soldados cortaram os cabos do batel e o deixaram cair.

  21. Soltando as âncoras, deixaram-nas no mar, largando ao mesmo tempo as amarras do leme; e, içando ao vento a vela da proa, dirigiram-se para a praia.

  22. Dando, porém, num lugar onde duas correntes se encontravam, encalharam o navio; e a proa, encravando-se, ficou imóvel, mas a popa se desfazia com a força das ondas.

  23. Então o parecer dos soldados era que matassem os presos para que nenhum deles fugisse, escapando a nado.

  24. Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, estorvou-lhes este intento; e mandou que os que pudessem nadar fossem os primeiros a lançar-se ao mar e alcançar a terra;

  25. e que os demais se salvassem, uns em tábuas e outros em quaisquer destroços do navio. Assim chegaram todos à terra salvos.