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Versículos bíblicos sobre Mariner

36 versículos · 3 aspectos

Versículos principais

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  1. Os que descem ao mar em navios, os que fazem comércio nas grandes águas,

  2. esses vêem as obras do Senhor, e as suas maravilhas no abismo.

  3. Pois ele manda, e faz levantar o vento tempestuoso, que eleva as ondas do mar.

  4. Eles sobem ao céu, descem ao abismo; esvaece-lhes a alma de aflição.

  5. Balançam e cambaleiam como ébrios, e perdem todo o tino.

  6. Então clamam ao Senhor na sua tribulação, e ele os livra das suas angústias.

  7. Faz cessar a tormenta, de modo que se acalmam as ondas.

  8. Então eles se alegram com a bonança; e assim ele os leva ao porto desejado.

  9. o qual recolheram, usando então os meios disponíveis para cingir o navio; e, temendo que fossem lançados na Sirte, arriaram os aparelhos e se deixavam levar.

  10. Como fôssemos violentamente açoitados pela tempestade, no dia seguinte começaram a alijar a carga ao mar.

  11. E ao terceiro dia, com as próprias mãos lançaram os aparelhos do navio.

  12. Não aparecendo por muitos dia nem sol nem estrelas, e sendo nós ainda batidos por grande tempestade, fugiu-nos afinal toda a esperança de sermos salvos.

  13. Havendo eles estado muito tempo sem comer, Paulo, pondo-se em pé no meio deles, disse: Senhores, devíeis ter-me ouvido e não ter partido de Creta, para evitar esta avaria e perda.

  14. E agora vos exorto a que tenhais bom ânimo, pois não se perderá vida alguma entre vós, mas somente o navio.

  15. Porque esta noite me apareceu um anjo do Deus de quem eu sou e a quem sirvo,

  16. dizendo: Não temas, Paulo, importa que compareças perante César, e eis que Deus te deu todos os que navegam contigo.

  17. Portanto, senhores, tende bom ânimo; pois creio em Deus que há de suceder assim como me foi dito.

  18. Contudo é necessário irmos dar em alguma ilha.

  19. Quando chegou a décima quarta noite, sendo nós ainda impelidos pela tempestade no mar Adriático, pela meia-noite, suspeitaram os marinheiros a proximidade de terra;

  20. e lançando a sonda, acharam vinte braças; passando um pouco mais adiante, e tornando a lançar a sonda, acharam quinze braças.

  21. Ora, temendo irmos dar em rochedos, lançaram da popa quatro âncoras, e esperaram ansiosos que amanhecesse.

  22. Procurando, entrementes, os marinheiros fugir do navio, e tendo arriado o batel ao mar sob pretexto de irem lançar âncoras pela proa,

  23. disse Paulo ao centurião e aos soldados: Se estes não ficarem no navio, não podereis salvar-vos.

  24. Então os soldados cortaram os cabos do batel e o deixaram cair.

  25. Enquanto amanhecia, Paulo rogava a todos que comessem alguma coisa, dizendo: É já hoje o décimo quarto dia que esperais e permaneceis em jejum, não havendo provado coisa alguma.