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Versículos bíblicos sobre Covetousness

125 versículos · 49 aspectos

Versículos principais

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  1. Ora, os filhos de Eli eram homens ímpios; não conheciam ao Senhor.

  2. Porquanto o costume desses sacerdotes para com o povo era que, oferecendo alguém um sacrifício, e estando a cozer a carne, vinha o servo do sacerdote, tendo na mão um garfo de três dentes,

  3. e o metia na panela, ou no tacho, ou no caldeirão, ou na marmita; e tudo quanto a garfo tirava, o sacerdote tomava para si. Assim faziam a todos os de Israel que chegavam ali em Silo.

  4. falou este a Nabot, dizendo: Dá-me a tua vinha, para que me sirva de horta, porque está vizinha, ao pé da minha casa; e te darei por ela outra vinha melhor; ou, se desejares, dar-te-ei o seu valor em dinheiro.

  5. Respondeu, porém, Nabot a Acabe: Guarde-me o Senhor de que eu te dê a herança de meus pais.

  6. Então Acabe veio para sua casa, desgostoso e indignado, por causa da palavra que Nabot, o jezraelita, lhe falara; pois este lhe dissera: Não te darei a herança de meus pais. Tendo-se deitado na sua cama, virou a rosto, e não quis comer.

  7. Quando Naaman já ia a uma pequena distância, Geazi, moço de Eliseu, o homem de Deus, disse: Eis que meu senhor poupou a este sírio Naaman, não recebendo da mão dele coisa alguma do que trazia; vive o Senhor, que hei de correr atrás dele, e receber dele alguma coisa.

  8. Foi pois, Geazi em alcance de Naaman. Este, vendo que alguém corria atrás dele, saltou do carro a encontrá-lo, e perguntou: Vai tudo bem?

  9. Respondeu ele: Tudo vai bem. Meu senhor me enviou a dizer-te: Eis que agora mesmo vieram a mim dois mancebos dos filhos dos profetas da região montanhosa de Efraim; dá-lhes, pois, um talento de prata e duas mudas de roupa.

  10. Disse Naaman: Sê servido de tomar dois talentos. E instou com ele, e amarrou dois talentos de prata em dois sacos, com duas mudas de roupa, e pô-los sobre dois dos seus moços, os quais os levaram adiante de Geazi.

  11. Tendo ele chegado ao outeiro, tomou-os das mãos deles e os depositou na casa; e despediu aqueles homens, e eles se foram.

  12. Mas ele entrou e pôs-se diante de seu amo. Então lhe perguntou Eliseu: Donde vens, Geazi? Respondeu ele: Teu servo não foi a parte alguma.

  13. Se do ouro fiz a minha esperança, ou disse ao ouro fino: Tu és a minha confiança;

  14. se me regozijei por ser grande a minha riqueza, e por ter a minha mão alcança o muito;

  15. O desejo do preguiçoso o mata; porque as suas mãos recusam-se a trabalhar.

  16. Todo o dia o ímpio cobiça; mas o justo dá, e não retém.

  17. Não te fatigues para seres rico; dá de mão à tua própria sabedoria:

  18. Fitando tu os olhos nas riquezas, elas se vão; pois fazem para si asas, como a águia, voam para o céu.

  19. Alonga de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza: dá-me só o pão que me é necessário;

  20. para que eu de farto não te negue, e diga: Quem é o Senhor? ou, empobrecendo, não venha a furtar, e profane o nome de Deus.

  21. Vaidade de vaidades, diz o pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade.

  22. Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do sol?

  23. Uma geração vai-se, e outra geração vem, mas a terra permanece para sempre.

  24. O sol nasce, e o sol se põe, e corre de volta ao seu lugar donde nasce.

  25. O vento vai para o sul, e faz o seu giro vai para o norte; volve-se e revolve-se na sua carreira, e retoma os seus circuitos.