A condenação dos falsos mestres
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Porém estes, também semelhantemente adormecidos, contaminam a carne, e rejeitam a soberania, e insultam as coisas dignas de glórias.
9
Mas Miguel, o arcanjo, quando ele discutia com o diabo, e disputava por causa do corpo de Moisés, não ousou contra ele pronunciar juízo de maldição, porém disse: “O Senhor te repreenda.”
10
Mas estes insultam tudo aquilo que não conhecem; e tudo o que eles entendem naturalmente, como animais irracionais, nisso eles se corrompem.
11
Ai deles; porque eles entraram pelo caminho de Caim, e se dispuseram ao engano de Balaão por interesse por interesse de lucro, e pereceram pela rebelião de Coré.
12
Estes são manchas em vossas demonstrações de amor, participando dos banquetes convosco, apascentando a si mesmos sem temor; eles são nuvens sem água, levadas pelos ventos sem direção; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas e arrancadas pela raiz;
13
Ondas furiosas do mar, que espumam suas próprias vergonhas; estrelas errantes, para as quais a escuridão das trevas está reservada eternamente.
14
E Enoque, o sétimo depois de Adão, também profetizou sobre estes, dizendo: “Eis que o Senhor veio, com dezenas de milhares de seus santos;
15
para fazer julgamento contra todos, e reprovar a todos os seus ímpios, por todas as suas obras de irreverência, que impiamente cometeram, e por todas as duras palavras que os ímpios pecadores falaram contra ele.”
16
Estes são murmuradores, reclamadores, que andam segundo seus próprios maus desejos; e sua boca fala palavras de arrogância, mostrando admiração às pessoas para o próprio proveito.
Texto bíblico: Bíblia Livre (Portuguese), © 2018 Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles · CC BY 4.0